O Green Belt como agente de mudança

O Green Belt, White Belt, Yellow Belt, Black Belt e até Master Black Belt. Estes são apenas alguns dos termos que vêm se tornando comuns em corredores de empresas que buscam melhorias na performance.

O Green Belt
O Green Belt

Esse novo cenário é motivado por uma metodologia não tão nova, mas absolutamente atual, que está produzindo profissionais cada vez mais competentes. Estamos falando aqui naturalmente, da Lean 6 Sigma, ou Lean Six Sigma, como é conhecida em sua origem.

Essa é uma metodologia que está por trás da formação dos profissionais “Belts”, que por sua vez, são divididos em cores que representam suas atribuições.

Cada uma delas ilustra de certa forma as competências e como cada profissional vai interagir dentro de uma “engrenagem corporativa”.

Neste artigo em particular, portanto, nos dedicaremos a esclarecer as principais dúvidas sobre o Green Belt.

Isso inclui explicações sobre o que ele é e como atua dentro de um contexto Lean Seis Sigma na jornada empresarial. Preparado para dar esse passo? Então siga conosco na leitura.

O Green Belt: o que ele é na prática

o green belt

Com atribuição distinta em relação ao Black Belt, o Green Belt é na verdade um colaborador que não fogem de suas funções após o curso Lean Six Sigma.

Isso significa que esses profissionais seguem atuando dentro de suas respectivas áreas, que podem ser as mesmas de antes do treinamento. O que muda após o curso, portanto, é a maneira como esse papel é desempenhado pelos profissionais.

A partir de uma mudança de paradigma proporcionada pelo conhecimento adquirido, eles passam a ter mais agilidade na realização dos projetos.

O Green Belt não só contribui para o crescimento profissional, como também permite uma melhoria no desempenho das equipes lideradas por ele.

O resultado é que os times conseguem executar os projetos com maior eficiência, e em prazos mais curtos, contribuindo assim com a produtividade da empresa.

O mais interessante é que, se tornar um profissional mais qualificado nesse caso (o Green Belt), não é sinônimo de trabalhar mais, mas sim de trabalhar melhor. A ideia proposta dentro do Lean Seis Sigma é otimização de tempo e não acúmulo de trabalhos.

Em outras palavras, a ideia é a de que um profissional não tenha que trabalhar mais do que antes para obter resultados melhores, mas sim o contrário. O objetivo é fazer o trabalho com eficiência empregando o mínimo esforço possível, mas adotando as estratégias mais eficazes.

Apesar disso, a formação Green Belt exige dedicação do interessado para a perfeita compreensão das ferramentas e técnicas de Lean Six Sigma, e também de um instrutor que tenha experiência prática e real nas empresas.

Quer dizer que, além do treinamento que compreende entre 60 e 100 horas de aula, a formação exige do profissional o desenvolvimento de um projeto real.

Não obstante, os resultados desse projeto em campo devem ser mensuráveis para a organização para a qual foi criado. Dito isso, só estará apto ao certificado Green Belt o profissional que concluir o curso e liderar um projeto nas condições estabelecidas.

O Green Belt e suas atribuições

Como membros de times que desempenham múltiplas funções, os Green Belts, conforme já sugerido, tem a capacidade de liderar projetos de Lean Six Sigma em suas áreas.

Mas quais são as suas atribuições dentro desse cenário? Essa é uma pergunta que muita gente se faz ao se deparar com o assunto pela primeira vez.

De modo geral, portanto, as capacidades desse profissional são derivadas do aprendizado que falamos no final deste conteúdo.

Resumidamente, podemos dizer que a lista inclui:

  • Capacidade de entender e aplicar métodos relacionados a Lean Six Sigma;
  • Compreensão de cada etapa do método, bem como do manuseio das ferramentas para suporte;
  • Capacidade para condução de projetos visando a melhoria nos processos, produtos ou serviços da empresa;
  • Aplicação de cálculos e estatísticas para mensurar a performance dos projetos; e
  • Poder para avaliar e reportar o desempenho desses projetos para a empresa.

Entendendo melhor o método Lean Six Sigma

Agora, para uma compreensão mais profunda sobre os papéis de um Green Belt, é importante entender o que é e como funciona o método Lean 6 Sigma.

Nesse momento, portanto, focaremos nesse aspecto para explicar como tudo pode se encaixar para produzir melhores resultados.

A princípio, portanto, podemos definir o Seis Sigma (ou Lean Six Sigma) como uma metodologia que preza pelo pragmatismo na hora de buscar resultados financeiros.

Isso na prática quer dizer que o método se baseia na organização e em dados concretos para criação e avaliação de processos estratégicos.

Esses dados concretos, por sua vez, incluem a aplicação de informações estatísticas e científicas. O detalhe, porém, é que a aplicação embora seja útil para o avanço no faturamento, não se destina apenas a esse aspecto.

Por meio do Seis Sigma, por exemplo, é possível também analisar a viabilidade de lançamento de um novo produto ou serviço.

Outro exemplo de utilidade é aplicar a metodologia para reduzir significativamente os pontos negativos encontrados pelo cliente em determinado produto. Isso inclui defeitos recorrentes e erros no processo de fabricação.

Com base nisso, portanto, podemos dizer que o Seis Sigma é um conceito que busca a resolução de problemas crônicos das organizações.

Na realidade então, ele é útil especialmente para determinar causas desconhecidas para os problemas e traçar um caminho para a resolução do mesmo.

O resultado é que, por meio de uma sequência pré-estabelecida de passos, a metodologia consegue produzir resultados satisfatórios e mensuráveis em tempo recorde.

Para tanto, visando um elevado nível de eficiência, cada etapa da execução do projeto baseado no Seis Sigma, precisa seguir rigorosamente as fases recomendadas. Essas fases são determinadas pela sigla DMAIC, que é composta pelas iniciais de “Definir, Medir, Analisar, Melhorar (Improve) e Controlar, tudo em inglês.

Um dos motivos para o método ter se tornado conhecido foi sua comprovada eficiência desde a origem. Nascido na Motorola, ele se popularizou com Jack Welch, que foi CEO da GE entre os anos 80 e 90.

Como o Lean Six Sigma é útil para as empresas na prática?

Jack Welch conseguiu revolucionar os negócios da GE a partir da implementação da metodologia Sigma Six e seus afluentes – incluindo o Green Belt.

Diante disso, muitas empresas hoje buscam atingir o mesmo nível de sucesso por meio dela. Mas como isso funcionaria na prática? É a pergunta que muita gente faz nesse momento.

A resposta não é simples, mas passa pelo entendimento de que a jornada de toda organização é baseada em processos.

Isso significa que tanto o seu sucesso quanto o seu declínio, é consequência da adoção de uma determinada cadeia de processos, que é ou positiva ou negativa.

É interessante notar aqui que, quando nos referimos a organizações, não estamos falando apenas de empresas da indústria, longe disso. Os processos podem ser notados tanto em uma fabricante de autopeças em larga escala, quanto em um restaurante em um bairro da periferia.

Na prática, portanto, a eficácia de uma gestão, que por sua vez é medida pelo nível de satisfação de seu público interno e externo, é evidenciada pelos processos adotados.

Se os resultados não são os esperados então, a pergunta que toda empresa faz é: como obter melhoria nos processos? O problema é que nesse caso não há uma única resposta, pois existem diferentes ferramentas, técnicas e filosofias para isso no mercado.

O questionamento correto, portanto, seria: como melhorar os processos focando em performance mensurável? Nesse caso a resposta clara e simples seria: por meio do Lean 6 Sigma.

A razão é que a metodologia visa agregar todos os talentos e dividir as tarefas e projetos de maneira pragmática.

Nesse caso inclui-se a união dos profissionais como os Black Belts e os Green Belts na busca pelo alcance dos objetivos. Para tanto, cada projeto terá metas e prazo, todos claros e bem definidos.

Resumindo o Green Belt com o Lean Seis Sigma

Entendido o que é o Método Lean 6 Sigma, chegamos ao papel do “faixa verde” (tradução de Green Belt) dentro dessa metodologia. O detalhe, porém, é que agora já temos basicamente o retrato do que é esse profissional.

De modo geral, portanto, falamos de alguém que passou pelas etapas do curso Green Belt e agora está apto a exercer influência nos processos da empresa.

Esses processos, por sua vez, podem ser tanto geridos pelos Black Belts, quanto encabeçados pelos próprios Green Belts.

O segundo caso, aliás, é o mais comum. Isso porque os “verdes” possuem total autonomia para, dentro de suas respectivas áreas, conduzirem processos orientados à performance.

Lembrando, no entanto, que cada projeto dentro do Sigma Six tem como principal objetivo a identificação e solução de problemas crônicos que prejudicam o desempenho da organização.

Como funciona o Curso Green Belt?

o green belt

Considerando tudo o que foi dito até aqui, não é difícil entender as razões pela qual a busca por cursos Green Belt tem sido grande nos últimos anos, certo?

A principal é que as empresas estão cada vez mais interessadas em melhorar a performance e traduzir isso em maiores ganhos financeiros.

A grande questão que se desenha a partir daí, portanto, diz respeito a como identificar um treinamento adequado. Isso significa localizar um curso capaz de preparar de fato um Green Belt para a realidade corporativa.

Trata-se de algo que, conforme observamos ao longo do texto, exige uma grande carga teórica e prática.

Para ajudar nessa missão então, preparamos aqui uma lista de fatores que evidenciam um bom treinamento Green Belt. Se você tem interesse na área, note que cada um desses fatores é fundamental.

Um treinamento Green Belt estruturado deve:

  • Ter instrutores que tenham tido experiência real prática dentro de empresas;
  • Iniciar pelos fundamentos básicos e especialmente os princípios que regem o Lean Seis Sigma;
  • Manter um programa de aprendizado onde ao longo de boa parte da programação consiga explanar as 5 fases do DMAIC;
  • Oferecer um conteúdo robusto para apresentação de ferramentas analíticas e estatísticas, bem como a aplicação em cada etapa; e
  • Concluir revisando os exemplos de aplicação, orientando quanto ao desenvolvimento do primeiro projeto Seis Sigma dentro da organização em que se encontra.

Seguindo esses passos dentro de um curso, o resultado sem sombra de dúvida é o melhor possível. Na sequência, falamos sobre a opção que oferecemos e que segue naturalmente essas diretrizes.

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Obviamente, como uma organização especializada no assunto, nosso material segue todas as normas para a formação de Green Belts por excelência.

Depois de tudo o que apresentamos aqui, portanto, só nos resta deixar o convite para que você conheça melhor nosso programa de treinamento (link para apresentação do curso). Prepare-se para se surpreender.

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